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FUTEBOL: CPP/SÉRIE B: Rescaldo da 9ª Jornada (C/ÁUDIO)

 

O Clube Desportivo de Cinfães segue invicto na liderança da série B do Campeonato de Portugal Prio (CPP), após ter vencido, por 3-2, na receção ao Freamunde.

O dérbi regional da 9ª jornada foi improprio para cardíacos. Os ‘capões’ estiveram por duas vezes em vantagem, com golos de Niang e Luiz Alberto, mas claudicaram no período de descontos, mercê de “um golo fantástico e excecional” apontado por Ataíde. Agostinho e Thompson assinaram os outros tentos dos cinfanenses.

Flávio das Neves revela que “foi uma vitória espetacular, num jogo muito sofrido, com alternâncias no marcador, com uma intensidade incrível, um hino ao futebol”.

“Não começamos bem. Já é a sexta ou a sétima vez que entramos mal nos jogos e a sofrer golos, mas mais uma vez a equipa conseguiu virar o resultado. Devo reconhecer que fomos felizes e penso que o resultado mais justo seria o empate”, admite o treinador do Cinfães.

O técnico do Freamunde, Micael Sequeira, confessa que a derrota sofrida em Cinfães é dolorosa.

“Deixa muita mágoa pela injustiça e pela forma como foi, porque a haver um vencedor teríamos que ser nós, pela entrega, por tudo o que os jogadores fizeram e pelas circunstâncias que estamos a viver”, refere.

“Importa também realçar a forma como o Cinfães empatou [2-2]. Foi através de uma grande penalidade que me deixa muitas dúvidas”, sublinha.

O Cinfães, que passou a somar 21 pontos, reforçou a liderança na prova, tendo ainda aproveitado empate a zero registado no confronto entre os seus dois principais perseguidores, FC Felgueiras e Cesarense.

O nulo verificado no Estádio Municipal Dr. Machado de Matos não agradou a Horácio Gonçalves. O treinador do emblema azul grená considera que o “resultado é injusto, tendo em conta aquilo que se passou ao longo dos 90 minutos”.

“O Felgueiras foi a equipa mais forte em todos os momentos do jogo, mas o resultado acontece por culpa própria, já que não aproveitamos as oportunidades que criámos”, reconhece.

Os felgueirenses permanecem no segundo posto da tabela, com a 18 ponto, a par do Cesarense e do Sp. Espinho.

O Amarante subiu ao 6º lugar, com 12 pontos. A formação alvinegra empatou (1-1) em São João da Madeira, ante a Sanjoanense, com um golo de Hélder Pedro.

O ponto conquistado fora de portas “é positivo”, admite Pedro Pinto. No entanto, assegura que a sua equipa “foi superior e dominou o jogo todo”.

“A Sanjoanense não tem uma ocasião de golo durante os 90 minutos. Faz o 1-0 de penalti, quanto a mim inexistente. Fomos para o intervalo a perder e conseguimos fazer uma segunda parte fantástica. Empatamos e poderíamos ter feito um outro golo que nos desse a vitória”, garante o técnico amarantino.

O Aliança de Gandra colocou um ponto final numa série negativa de três jogos sempre a perder. Em casa, ante o Camacha, os paredenses triunfaram por 3-1. Serra, que bisou, e Diogo assinaram os golos do conjunto orientado por Mário Rocha.

O treinador admite que a vitória traz alguma tranquilidade à equipa, mas salienta que o Gandra continua “sob muita pressão”, tendo em conta que permanece em zona de descida, com 10 pontos amealhados.

“Longe de pensarmos que com uma vitória já está tudo resolvido. Aproveito para reforçar aquilo que tenho dito: estamos a conversar e há decisões a tomar”, adverte.

 

Luís Miguel Nogueira

 

 

 

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