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Pela positiva

Depois de muitas trocas de candidatos, de apoios, de lugares, de avanços e recuos, eis que as listas foram apresentadas e validadas – as que reuniam as condições – pelo Tribunal. Estão assim reunidas as condições para que os eleitores possam fazer a sua escolha no dia 1 de outubro.

Entretanto as máquinas partidárias, mais ou menos elaboradas, vão fazendo o seu trabalho, umas criando e dando a conhecer os seus candidatos, outra, que está no poder, apresentando o rejuvenescimento e remodelação efetuada.

Aquelas que tinham um discurso e comunicação procurando evitar um ataque direto e pessoal ao candidato da coligação PSD/PPM “Manter a Esperança”, Inácio Ribeiro, começam agora a mudar a sua estratégia de comunicação com um ataque direto à coligação que chega à mudança de slogans, usando agora uns pela negativa. Aliás, pela negativa tem sido a pré-campanha eleitoral. Candidatos que surgiram há dois meses (alguns há menos) que estiveram calados durante quatro anos, nunca tiveram uma intervenção pública de critica à maioria PSD/PPM e que, pelo contrário, estiveram colados ao poder quer através da participação neste, ou através de Associações, aparecem agora a anunciar problemas em todo o lado. Se a tampa está para cima devia estar para baixo e o seu contrário também é verdade conforme o que dá jeito.

Não é possível vislumbrar uma ideia, uma proposta ou uma alternativa. Estamos perante o querer o poder pelo poder, sem projetos, sem ideias. A única proposta que vi até hoje feita por uma candidatura, é completamente ilegal, impossível de concretizar e serve apenas para criar a ilusão de que tudo será resolvido como que por um passe de magia. Assistiremos a isso durante a campanha. Promessas milagrosas e soluções para tudo. Também veremos, infelizmente, a baixa campanha do ataque pessoal, da calúnia e do mal dizer, do inventar de factos nas últimas semanas, de tentativas de descredibilização de candidatos. Seria bom que assim não fosse mas não andarei longe da verdade.

Por outro lado, temos quem faça uma campanha pela positiva, enaltecendo o que de melhor é feito no concelho, o que já atingiu em apenas 8 anos de mandato quando os socialistas estiveram no poder sem interrupções 34 anos. Temos campeões em vários desportos cujos clubes e associações são apoiadas, há critérios para atribuição de apoios, há regulamentos. Há a iniciativa privada e empreendedorismo dos nossos empresários. Há contas em ordem, a dívida baixou para níveis históricos, há muita obra feita embora muitos gostem de dizer mal. Somos dos primeiros concelhos a disponibilizar livros gratuitos até ao 12º ano, foram criadas 25 medidas sociais e de apoio às famílias e há quem teime em ver tudo negativo. Aliás, não consigo perceber aqueles que se dizem felgueirenses de alma e coração a dizerem tão mal da sua terra. Veja-se o exemplo do concerto de Pedro Abrunhosa que juntou milhares de pessoas de várias localidades e engrandeceu o concelho. Vozes discordantes se levantaram perante o sucesso do evento. São esses aqueles que pretendem ganhar as eleições a 1 de outubro?

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