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Primeiro ano de mandato: Nuno Fonseca promete responder às críticas com trabalho

O presidente da Câmara de Felgueiras, Nuno Fonseca, afirmou que vai responder com trabalho às “críticas pessoais e políticas” que lhe têm sido dirigidas.

“O caráter de cada um e a integridade de cada pessoa merecem o meu respeito. Pena é que, aqueles que hoje estão na oposição e que tiveram responsabilidades acrescidas durante longos anos, estejam a instrumentalizar a juventude para criticar, atirando pedras e não tendo a coragem para o fazer diretamente”, declarou o chefe do executivo.

Falando na conferência de imprensa que a coligação “Sim Acredita” promoveu, na quinta-feira, para assinalar o primeiro ano de mandato na câmara municipal, após a vitória na autárquicas de 2017, o chefe do executivo afirmou ser, “acima de tudo, presidente de todos os felgueirenses”.

“Sou também um felgueirense de alma e coração que garante que não vai desiludir”, prometeu.

 

“Esta equipa é para durar”

 

Falando para apoiantes do PS e do partido Livre, que suportaram a coligação “Sim Acredita”, Nuno Fonseca assinalou que, ao fim de um ano, vai percebendo “algumas coisas”, mas acentuou que, aquilo que mais o importa é “prestar contas aos felgueirenses”.

“Apesar de algumas opiniões contraditórias que se ouvem nos fóruns e alguma contrainformação que tentam fazer passar, é um gosto grande estar nesta coligação, com estes dois partidos que nos continuam a apoiar”, destacou, sem nunca nomear a quem dirigia as suas críticas.

O presidente da câmara acentuou que “não haverá qualquer impedimento para abalar esta equipa que trabalha afincadamente diariamente”.

“Esta equipa é para durar”, reforçou, acrescentando: “O projeto que temos para Felgueiras e para os felgueirenses que acreditaram em nós está em curso. Felgueiras está melhor, Felgueiras está diferente”.

Prometendo continuar a prestar contas aos felgueirenses, Nuno Fonseca comentou a questão dos ajustes diretos da autarquia, uma das críticas que a oposição social-democrata tem apontado ao atual executivo.

O presidente recordou que “os ajustes diretos não são uma ilegalidade e é algo que está consagrado na lei.”

“A forma como se fazem é que pode lançar dúvidas”, anotou, enquanto anunciava que o seu executivo reduziu o número de ajustes diretos comparativamente com o anterior executivo social-democrata.

Nuno Fonseca comparou o último ano da gestão PSD, com o primeiro ano da gestão “Sim Acredita”.

Segundo o chefe do executivo, a anterior gestão fez 184 ajustes diretos, no valor de 6,4 milhões de euros, enquanto que o atual executivo é responsável por 55 procedimentos, no valor de 1,7 milhões.

No final da conferência de imprensa, o presidente anunciou que a câmara assegurou já a aquisição de parte dos terrenos para o cemitério de Margaride e também de parcelas no monte de Santa Quitéria para fazer, por fases, um parque urbano naquela zona do concelho.

O chefe do executivo informou que o parque urbano na zona que tinha sido indicada pelo anterior executivo custaria, só na aquisição de terrenos, cerca de três milhões de euros, aos quais iriam acrescer três milhões para a respetiva execução.

 

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