PSD refuta críticas à gestão autárquica de Inácio Ribeiro e critica “falta de ideias” da oposição

Sobre as críticas que se têm ouvido sobre a alegada ausência de obra neste mandato autárquico, o vice-líder social democrata, Joaquim Ribeiro, comentou, em declarações ao Expresso de Felgueiras:

“Não faz qualquer sentido que sejam alguns militantes do nosso partido a exporem o seu descontentamento pela inexistência de obras relevantes no nosso concelho, acusando de falta de estratégia, quando deveria ser do seu conhecimento que ao longo dos quase dois mandatos do atual executivo, houve enormes constrangimentos financeiros provocados pela vinda da TROIKA a Portugal depois do colapso provocado pela gestão socialista, consequentemente houve alterações legislativas significativas que criaram enormes dificuldades de adaptação aos municípios portugueses às quais Felgueiras não foi alheia”, recordou em declarações ao Expresso de Felgueiras.

Para completar o ciclo das restrições, acrescentou Joaquim Ribeiro, “houve o período de transição de quadros comunitários, para os quias o Município de Felgueiras se preparou e bem ,mas cujos resultados começarão brevemente a sentir-se com maior intensidade e para os próximos anos”.

“Só a título de exemplo, há 5 milhões de euros para investir na rede viária e na compra de terrenos para obras estruturais para o concelho e já foram garantidos mais de 20 milhões de euros em candidaturas em diversas áreas”, observou o líder da banca “laranja” na Assembleia Municipal.

 

Críticas “injustas” que pretendem “lançar a confusão”, diz o PSD

Para a direção do PSD/Felgueiras, “não é justo, nem correto que se ignorem estes factos e se queira lançar a confusão, quando o trabalho do executivo vai sendo feito com serenidade e confiança para bem dos felgueirenses”.

“O Município de Felgueiras, com Inácio Ribeiro, passou para um novo capítulo em que projetar o que de melhor os felgueirenses sabem fazer a nível nacional e internacional passou a ser uma preocupação constante e com sucesso”, assinala Joaquim Ribeiro.

O dirigente recorda, por outro lado, que a Câmara de Felgueiras, com Inácio Ribeiro como presidente, “passou os maiores constrangimentos financeiros desde que há democracia em Portugal e não abdicou de alguns princípios que nortearam sempre a social-democracia em Felgueiras, incluindo o de que os Felgueirenses devem merecer todos o mesmo tratamento independentemente do seu estatuto ou do seu poder de influência”.

O PSD observa, também que, com Inácio Ribeiro, o concelho “passou a ter forte representatividade nas diferentes instituições públicas que direta e indiretamente se podem influenciar em benefício de Felgueiras, passando inclusive pela sua liderança”.

A liderança social-democrata acrescenta que, “não obstante estes episódios perfeitamente dispensáveis para o PSD/Felgueiras, importa ter consciência de que a serenidade, o bom senso e o respeito por todos os que estiveram e já não querem estar, pelos que estão e querem estar e pelos que nunca estiveram e querem estar pela primeira vez é a matriz que deve unir em torno de um projeto que se pretende ganhador para o PSD/Felgueiras, mas acima de tudo para a população de Felgueiras”.

 

“Vazio de ideias da oposição”

O vice-presidente “laranja” destaca ser com aquela “disposição que a Comissão Política está e quer continuar a estar”.

“Nunca estará disponível para provocar o ruído, o desconforto e a desconfiança entre os seus pares. Estará disponível sim, para denunciar que o MIC, plataforma de independentes, afinal de independente já pouco resta por terem assumido publicamente o início de conversações ou, eventualmente já terem estabelecido acordo com o PS local”.

Segundo Joaquim Ribeiro, o PSD “estará disponível sim, para denunciar o vazio de ideias e de projetos para o concelho por parte de adversários”.

“Estaremos sempre disponíveis para trabalhar cada vez mais e melhor e fazer do nosso caminho um contributo positivo para o desenvolvimento de Felgueiras”, asseverou.