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LOUSADA: "Não há mais destruição de postos de trabalho do que criação” –Sec. de Estado do Emprego (COM VÍDEO)
(19-07-2010)


LOUSADA:

Lusa
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“Nos últimos três meses houve diminuição no número de desempregados e isso é um sinal positivo. Ou seja, existe uma maior possibilidade e oportunidade de emprego”, acrescentou Valter Lemos


Armindo Mendes/Lusa




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Secretário de Estado do Emprego


*** Serviço áudio e serviço vídeo disponível em www.lusa.pt ***
Lousada, 16 Jul (Lusa) - O secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional, Valter Lemos, disse hoje que “já não há mais destruição de postos de trabalho do que criação”.
“Nos últimos três meses houve diminuição no número de desempregados e isso é um sinal positivo. Ou seja, existe uma maior possibilidade e oportunidade de emprego”, acrescentou Valter Lemos.
“Há menos pessoas a perder emprego, o que é uma questão fundamental, porque durante dois anos estivemos constantemente com pessoas a perder o emprego”, vincou o secretário de Estado.
Valter Lemos falava hoje em Lousada no final da cerimónia, onde homologou o Pacto de Emprego para o Tâmega e Sousa, uma iniciativa que reúne cerca de três dezenas de entidades públicas e privadas que se propõem, nos próximos anos, melhorar a qualificação dos recursos humanos da região em setores considerados mais necessitados.
Apesar da redução de cerca de 20 mil desempregados nos últimos meses, o secretário de Estado admitiu que “a criação de postos de trabalho não é ainda suficiente para recuperar das elevadas taxas de desemprego”.
“O que está a acontecer é que, mantendo-se taxas de desemprego muito altas, temos alguns sinais positivos que devemos aprofundar”, acrescentou.
O secretário de Estado destacou, como “sinal positivo”, que a recuperação dos últimos meses foi mais acentuada em setores que produzem bens transacionáveis, como o têxtil, o fabrico de máquinas e a construção civil.
“O setor do têxtil e vestuário foi um dos mais afetados por esta crise, mas temos sinais positivos nesse setor. As áreas onde melhorámos em relação ao ano passado são todas de bens transacionáveis, ou seja, não são áreas de serviços ou apoio social”, observou.

APM.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/fim 



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