Mesa do Crédito Agrícola na região comenta processo eleitoral na instituição

O presidente da mesa da Assembleia Geral da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Terras do Sousa, Ave, Basto e Tâmega, CRL, com sede em Felgueiras, esclareceu hoje, através de um comunicado que, “ao contrário do que tem sido veiculado por uma pretensa candidata à administração da CCAM, não deu entrada, até à data, qualquer lista a sufrágio a decorrer no mês de dezembro”.

 

O prazo para apresentação das listas termina no próximo dia 02 de setembro e só nessa data serão conhecidas quais as listas com condições para integrarem o processo eleitoral, acrescenta.

A posição do dirigente surge após a economista Susana Faria ter anunciado que será candidata à liderança do Crédito Agrícola na região e ter adiantado que “defende que a Caixa de Crédito TSABT, com sede em Felgueiras, não pode perder a sua autonomia e não aceita que haja intenções de a integrar numa outra caixa vizinha e que a região perca o poder de decisão e a sua sede num possível processo de fusão”.

No comunicado, o presidente da mesa da Assembleia Geral informa, ainda, “que está a ser cumprido o estipulado nos Estatutos e no Regulamento Eleitoral da CCAM e a, esse respeito, nada mais tem a acrescentar”.

Refere ainda que “o Conselho de Administração Executivo da CCAM refuta as insinuações proferidas e veiculadas na imprensa relativamente a um suposto processo de fusão, informando que tal não está nas pretensões da CCAM, nem há qualquer fundamento para esse assunto ter sido lançado para a praça pública”.

“A insinuação da pretensa candidata refere que esta CCAM poderá ser incorporada por uma outra congénere, o que o Conselho de Administração Executivo sublinha ser absolutamente falso”, vinca.

O Conselho de Administração Executivo refere que a CCAM de Terras do Sousa, Ave, Basto e Tâmega, pelo contrário, “tem robustez e solvabilidade, bem como dimensão, para poder incorporar outras Caixas, mas essa situação também não está, no horizonte de curto prazo, equacionada pela Instituição”.

“Assim”, continua, “o Conselho de Administração Executivo lamenta que “se usem subterfúgios desta natureza para fins eleitorais, realçando a premência deste comunicado de forma a repor a verdade, na defesa da reputação e imagem da instituição”.