Novas empresas em Celorico de Basto vão gerar mais 200 empregos – autarca

O presidente de Câmara de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, anunciou que vão ser criados nos próximos meses 200 novos postos de trabalho no concelho, com a instalação de mais empresas.

O autarca frisou que grande parte do emprego que tem sido gerado nos últimos anos é no calçado, sector que, apontou, tem apresentado “um crescimento exponencial no concelho” e que já representa 20% das empresas que se fixaram nas várias zonas industriais do concelho.

Os 200 novos postos de trabalho vão também permitir reduzir em cerca de 20% a taxa de desemprego no território, disse, sublinhando que Celorico de Basto, no interior do distrito de Braga, já apresenta uma das mais baixas taxas de desemprego da região.

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Joaquim Mota e Silva disse haver neste momento cerca de 1.000 pessoas sem trabalho inscritas no Instituto de Emprego, mas que muitas delas terão novas oportunidades com a fixação de mais empresas que têm manifestado interesse à autarquia.

O presidente da Câmara avançou com estes dados à Lusa após apresentar, numa empresa do concelho com 150 trabalhadores, na zona industrial de Carvalho, o projeto “Celorico Mais Rendimento”, que prevê a atribuição de apoios às pessoas que trabalham na indústria, mas que auferem de salários mais baixos.

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“Numa altura em que há um número crescente de empresas a querer fixar-se nas nossas zonas industriais, é fundamental criar medidas que ajudem a dignificar o trabalho e os trabalhadores”, acentuou.

Os apoios incidirão nas refeições, transportes e prolongamento gratuito de horário nas escolas e infantários dos filhos dos trabalhadores.

Na apresentação, o autarca distribuiu por alguns funcionários da empresa os cartões que garantem o acesso aos apoios desta medida.

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“Pretendemos criar mecanismos que geram poupança nas famílias”, frisou ainda.

Fernando Maias, responsável pela empresa, destacou a importância da medida, porque vai ajudar os trabalhadores a suportar as despesas, numa zona onde os encargos com os transportes são consideráveis, uma vez que vários operários se deslocam de zonas afastadas das instalações da empresa.

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APM // JGJ

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