Rede de Espaços de Cidadão em Fafe chega a mais 11 freguesias

A segunda fase de instalação dos “Espaços de Cidadão”, no concelho de Fafe, quase concluída, vai disponibilizar mais 11 equipamentos, em várias freguesias, que se juntam aos seis da primeira fase, segundo fonte municipal.

 

De acordo com a Câmara de Fafe, estes espaços funcionam em articulação com a Agência de Modernização Administrativa (AMA) e agregam diversas funcionalidades, permitindo aos cidadãos o acesso à Internet e a diversos serviços ‘online’ disponibilizados pela administração pública, com apoio de mediadores.

Da atual segunda fase, foram abertos recentemente os equipamentos em Medelo, Paços, Revelhe, União de Freguesias de Antime e Silvares S. Clemente e União de Freguesias de Ardegão, Arnozela e Seidões. Para terça-feira, está anunciada a abertura do Espaço Cidadão em Fornelos e em Travassós.

Também para os próximos dias, correspondendo ainda à segunda fase do processo, está anunciada a entrada em funcionamento dos equipamentos de Arões Sta. Cristina, Estorãos, Silvares S. Martinho e União de Freguesias de Monte e Queimadela. Nestes equipamentos, segundo a edilidade, decorrem os trabalhos para ultimar a ligação à rede.

 

ATENDIMENTO DIGITAL ASSISTIDO AOS CIDADÃOS

 

Neste tipo de espaços, além do atendimento digital assistido, poderão ainda ser prestados serviços de outros organismos da administração pública.

Este conjunto de equipamentos da segunda fase juntam-se aos que foram implementados na primeira fase da rede municipal, concluída em janeiro de 2016, na União de Freguesias de Agrela e Serafão, Arões S. Romão, União de Freguesias de Moreira de Rei e Várzea Cova, Quinchães, Regadas e Fafe (neste caso a funcionar na sede do município).

A rede daquele concelho do distrito de Braga prevê ainda um 18.º equipamento, na freguesia de Golães, cuja candidatura à AMA não foi aprovada por motivos arquitetónicos, mas é atualmente objeto de alteração para ser novamente submetida à tutela.

Os Espaços de Cidadão da rede municipal de Fafe resultam de candidaturas voluntárias de cada junta de freguesia e o conjunto dos equipamentos constitui, segundo o município, “uma ampla cobertura do território e da maioria da população do concelho”.

A câmara municipal é responsável pelos encargos das telecomunicações, cabendo às juntas suportar os recursos humanos e encargos correntes, com exceção da sede do concelho.