Rota do Românico estuda entrada no mercado asiático

A Rota do Românico vai apresentar, a 20 de janeiro, um estudo de internacionalização que tem como objetivo a entrada no mercado asiático, nomeadamente em países como a China, a Coreia do Sul e o Japão.

 

O estudo vai ser apresentado pelas 14:30, no Centro de Interpretação do Românico, em Lousada.

“Estudo de Internacionalização da Rota do Românico para o Mercado Asiático” é o nome do trabalho, que pretende, através da partilha de informação e aconselhamento prático, apoiar o desenvolvimento de um plano de ação focado na captação de turistas daqueles três países asiáticos.

Tem também como finalidade facilitar uma estratégia proativa para a integração da Rota do Românico em novas redes e projetos facilitadores dos processos de internacionalização, capazes de potenciar a visibilidade, o reconhecimento e a rentabilidade económica da Rota.

Para além de uma análise teórica sobre os diversos aspetos da internacionalização, o estudo analisa a Rota do Românico enquanto produto, marca e valor, entendidos como fatores cruciais para a sua competitividade.

Efetua, igualmente, uma análise comparativa (“benchmarking”) dos processos de internacionalização de três rotas internacionais – TRANSROMANICA, Rota da Cerâmica e Rota de Cister –, explicitando, com base nessas experiências, alguns dos fatores críticos para o sucesso da internacionalização da Rota do Românico para o mercado asiático.

No final, o estudo aborda os principais indicadores macroeconómicos e sociodemográficos da China, da Coreia do Sul e do Japão, os perfis dos seus viajantes, e propõe, a título indicativo, algumas ações de promoção, potenciais linhas de financiamento e parcerias estratégicas a nível nacional e internacional.

O “Estudo de Internacionalização da Rota do Românico para o Mercado Asiático” enquadra-se na operação “Tâmega e Sousa Internacional”, promovida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, Associação de Municípios do Vale do Sousa e Qualidade de Basto, e cofinanciada pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

A Rota do Românico reúne, atualmente, 58 monumentos, distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende), no Norte de Portugal.

As principais áreas de intervenção da Rota do Românico abrangem a investigação científica, a conservação do património, a dinamização cultural, a educação patrimonial e a promoção turística.